Hoje eu não tenho vergonha em
usar exatamente as palavras acima para descrever o que eu sinto em relação ao
dinheiro. Eu me sinto realizada quando faço o balanço patrimonial no final de
cada mês ou quando faço o aporte mensal. É gratificante ver os valores
aumentando. Eu sei que isso significa que as metas que propus para mim mesma
estão sendo realizadas e o melhor, sem sacrifícios.
Muitos diriam que felicidade é
estar com a família, ou viajar para algum lugar diferente ou ainda ver seu time
do coração ser campeão, sim, isso realmente nos dá momentos feliz, mas me sinto
feliz quando faço os cálculos mensais e vejo que mesmo sem aporte, sempre tem
um dinheirinho dos rendimentos entrando. Pra mim, isso também é felicidade.
Já ouvi: Ahh, mas amar o
dinheiro é pecado, você vai virar escrava do dinheiro.
Amar o dinheiro e se importar
com ele não é pecado e não significa que você é um escravo. Quem ama cuida. Quando
se ama alguma coisa não se desperdiça, e ninguém deveria desperdiçar esse bem
que é tão difícil de conseguirmos.
Não é muito bom saber que
existe o famoso “juro composto” e principalmente, saber como ele pode trabalhar
a seu favor? Eu já incentivei meus alunos de várias turmas para iniciarem o
processo de poupança com 10 até 50 reais, mostrei o poder dos juros compostos e
mesmo assim, a maioria não tem nem a sua reserva de emergência. Aí chega o
desemprego, o dinheiro acaba, a depressão vem e a dúvida: Quem é escravo do
dinheiro agora?
Estou começando minha jornada
agora, mas o que me motiva a continuar é saber que a cada dia que passa eu
aprendo mais, eu busco novas formas de renda e eu procuro ser uma pessoa melhor.
Posso morrer amanhã e nem aproveitar os resultados dos meus esforços, é por
isso que tento me divertir no percurso, fazer com que economizar não seja um
pesadelo, mas sim seja visto como veem o trabalho, pode ser bom ou ruim ir
trabalhar, só depende de como você vê o seu trabalho.